Metas de Segurança do Paciente A importância do Médico
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- Nathalie Vilarinho Henriques
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1 Metas de Segurança do Paciente A importância do Médico BSB fev 19
2 O Brasil faz parte da Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em O objetivo da aliança é adotar medidas de melhoria no atendimento ao paciente e aumentar a qualidade dos serviços de saúde. O Brasil está politicamente comprometido com esses propósitos desde 2013 : Portaria nº 529 : Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)
3 PNSP : potencialidade de promover o protagonismo dos profissionais e das equipes nos processos de qualificação do cuidado. PREMISSAS : comprometimento dos dirigentes governança plural responsabilidades com a qualidade e segurança do cuidado; recursos compatíveis ação de comunicação social ampla (domínio público)
4 DESAFIOS DO MÉDICO : autonomia individual visão sistêmica da qualidade segurança do paciente EMPODERAMENTO DO TRABALHO MULTIPROFISSIONAL NA ASSISTENCIA CRESCENTE COMPLEXIDADE DO ATENDIMENTO MÉDICO PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO **TELEMEDICINA**.
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6 DIRETRIZES DE QUALIDADE 1. A qualidade no atendimento e a segurança dos pacientes são prioridades do Sistema Unimed 2. Segurança: aprimorar a gestão assistencial para evitar danos aos pacientes 3. Eficácia: realizar sempre a prestação de serviços com base nos protocolos das especialidades médicas e do conhecimento científico 4. Acessibilidade: disponibilizar serviços e recursos assistenciais próprios para facilitar o acesso ao cuidado da saúde e reduzir o tempo de espera para a Assistência 5. Equidade: fornecer sempre uma assistência de qualidade, independentemente das características do plano (tipo, local, regional, Intercâmbio) e pessoais do paciente (sexo, etnia, região, nível socioeconômico, estado civil, etc.)
7 INDICADORES SEGURANÇA DO PACIENTE
8 INDICADORES SEGURANÇA DO PACIENTE São compartilhados 84 indicadores pelos os 118 hospitais participantes, sendo classificados em 06 domínios: Eficiência, Efetividade, Segurança, Acesso, Centralidade no Paciente Adequação.
9 CARTILHA DE BOA PRÁTICAS RDC 36/2013 Identificação do paciente Comunicação efetiva Segurança de medicamentos de alta vigilância Cirurgia segura Prevenção de infecções associadas aos cuidados de saúde Prevenção do risco de queda
10 Nível I 9 hospitais Nível II 7 hospitais Nível III 19 hospitais Outros serviços : Nível I 4 Pleno 6 Excelência 5 13 laboratórios 3 laboratórios 4 serviços
11 4 hospitais Nivel 7 3 hospitais Nivel 6 5 hospitais
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13 ANVISA ( Agência Nacional de Vigilância Sanitária) Hospital Seguro Autoavaliações das práticas de Segurança do paciente feitas por 984 hospitais com UTI Adulto, Pediátrica e Neonatal, com objetivo de melhorar a segurança dos pacientes e prevenir riscos. Adesão e adequação aos critérios do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Implantação Protocolos de Segurança do Paciente RDC 36/2013 ANVISA (6 meses em gerenciamento) Cuidado limpo e seguro Higienização das mãos Identificação correta do paciente Cirurgia segura Prevenção de Úlcera por Pressão Prevenção de Risco de Queda Protocolo de segurança para medicamentos de alto risco 13 Unimeds 28 Hospitais
14 A importância do Médico como profissional e formador de opinião: A cultura de segurança como uma questão transversal e multiprofissional : Responsabilidade pela sua própria segurança, de seus colegas, pacientes e familiares. Priorização da segurança acima de metas financeiras e operacionais. Engajamento para identificação, a notificação e a resolução dos problemas relacionados à segurança. Promoção do aprendizado organizacional. Mobilização de recursos, estrutura e responsabilização para a manutenção efetiva da segurança
15 Dr Orestes Pullin Presidente Unimed do Brasil Dr Orlando Fittipaldi Junior Diretoria de Gestão em Saúde Dra. Claudia da Costa Meirelles Gerente Atenção a Saúde [email protected]
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