Registro e Pós-Registro de Medicamentos
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- Renato Lagos Pinhal
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1 Registro e Pós-Registro de Medicamentos Outubro
2 Consultora Técnica Chefe do Departamento de Desenvolvimento Tecnológico (Far/Fiocruz) Gerente de Projetos de Desenvolvimento Tecnológico (Far/Fiocruz) Farmacotécnica (Far/Fiocruz) Assessora da Qualidade (Cosmética Industrial Brenner) Farmácia de Manipulação (Dermatus) LILIAN NEVES PETRONI ESPECIALISTA EM GESTÃO DE PROJETOS, PMP FARMACÊUTICA INDUSTRIAL E HOMEOPATIA
3 Objetivos da aula Legislação Sanitária no Brasil no contexto de registro de medicamentos. Definir as categorias de medicamentos e etapas do processo de registro de medicamentos. Elaboração de dossiê de registro de medicamentos.
4 Tópicos para discussão Conceitos e definições Legislação Geral e Específica Documentação para registro Estudo de Casos
5 Cenário atual Importância da Regulação Sanitária Impedir possíveis danos e riscos à saude. Regulamentação, controle e fiscalização das relações de produção e consumo de bens e serviços. Ambiente seguro. Portaria nº 422, de 16 de abril de 2008 (Boas Práticas de Regulação) Monitora os preços de mercado
6 Conceitos e Definições
7 Medicamento Produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico.
8 Droga Substância ou matéria-prima que tenha a finalidade medicamentosa ou sanitária.
9 Medicamento de Referência Medicamento inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro.
10 Medicamento Inovador Medicamento comercializado no mercado nacional composto por, pelo menos, um fármaco ativo, sendo que esse fármaco deve ter sido objeto de patente, mesmo já extinta, por parte da empresa responsável por seu desenvolvimento e introdução no mercado do país de origem, ou o primeiro medicamento a descrever um novo mecanismo de ação, ou aquele definido pela ANVISA que tenha comprovado eficácia, segurança e qualidade.
11 Medicamento Similar Aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, e que é equivalente ao medicamento registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículo, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.
12 Produto Biológico Medicamento biológico com molécula com atividade biológica conhecida, ainda já registrado no Brasil e que tenha passado por todas as etapas de fabricação (formulação, envase, liofilização, rotulagem, embalagem, armazenamento, controle de qualidade e liberação do lote de medicamento biológico para uso);
13 Produto Biológico Medicamento biológico com molécula com atividade biológica conhecida, ainda já registrado no brasil e que tenha passado por todas as etapas de fabricação (formulação, envase, liofilização, rotulagem, embalagem, armazenamento, controle de qualidade e liberação do lote de medicamento biológico para uso);
14 Regulação de Medicamentos Procedimento Geral Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973 Dispõe sobre o Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos, e dá outras Providências. Disposições Preliminares Do Comércio Farmacêutico Da Farmácia Homeopática Da Assistência e Responsabilidade Técnicas Do Licenciamento Do Receituário Da Fiscalização Disposições Finais e Transitórias
15 Regulação de Medicamentos Procedimento Geral Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976 Dispõe sobre a vigilância sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos, e dá outras providências.
16 Procedimento Geral Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976 Art.10 - É vedada a importação de medicamentos, drogas, insumos farmacêuticos e demais produtos de que trata esta Lei, para fins industriais e comerciais, sem prévia e expressa manifestação favorável do Ministério da Saúde.
17 Registro de Medicamentos Art. 12 Medicamento Registrado 1 - Validade do Registro por 5 anos. 2 Concessão de 90 dias a partir da data de entrega do requerimento. 6 Revalidação no primeiro semestre do último ano do quinquenio de validade. 8 Produto não industrializado NÃO REVALIDAR
18 Registro de Medicamentos Art O registro de drogas, medicamentos e insumos farmacêuticos, dadas as suas características sanitárias, medicamentosas ou profiláticas, curativas, paliativas ou mesmo para fins de diagnóstico, fica sujeito, além do atendimento das exigências regulamentares próprias.
19 Registro de Medicamentos Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976 Art Estão isentos de registro RDC Nº 132, DE 29 DE MAIO DE 2003 Formulações da Farmacopéia Brasileira Preparados Homeopáticos Solutos concentrados (Produtos Oficinais) Medicamentos Novos destinados a uso experimental Art. 25 Registro negado Não reconhecido
20 Registro de Medicamentos Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976 TÍTULO X Da rotulagem e publicidade Art. 94 Dizeres de fácil entendimento do consumidor.
21 BULAS RDC 47/09 Bulário Eletrônico Portal da ANVISA Bula para paciente e profissional de saúde Bula formato especial (Deficiente Visual) Forma e conteúdo da bula Laboratórios Oficiais Memento Terapêutico
22 BULAS
23 Rotulagem RDC 71/09 - O que mudou? Acessibilidade Identificação do medicamento Somente DCB Proporção de tamanho entre as informações 1ª e 2ª Informações contidas nas embalagens Figuras em embalagens Uso ou Espécie Vegetal
24 Rotulagem RDC 71/09 - O que mudou? Impressão de Lote, Data de Fabricação e Validade Idade para Uso do Medicamento Exigência de Bula para Medicamento Sem Exigência de Prescrição Médica Venda Proibida Ao Comércio Cores Destinação Institucional
25 Rotulagem RDC 71/09 - O que mudou? Medicamentos utilizados em anestesia, terapia intensiva e em Emergência hospitalar Obrigatório padrão de Cores Semelhança entre layout de embalagens
26 Rotulagem RDC 71/09 - Quando? Notificar até 540 dias após publicação D.O.U 180 dias para disponibilizar nova embalagem após a adequação
27 LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA CATEGORIAS DE REGISTRO RESOLUÇÃO RDC MEDICAMENTO ESPECÍFICO Nº 132/2003 MEDICAMENTO SIMILAR Nº 17/2007 MEDICAMENTO NOVO Nº 136/2003 MEDICAMENTO GENÉRICO Nº 16/2007 MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Nº 48/2004 MEDICAMENTO HOMEOPÁTICO Nº 139/2003 MEDICAMENTO BIOLÓGICO Nº 315/2005
28 Categorias de Registro Medicamentos Específicos Medicamentos Similares Medicamento Novo
29 Medicamento Específico
30 Medicamentos Específico água para injeção, soluções de glicose, cloreto de sódio, demais compostos eletrolíticos ou açúcares; opoterápicos; os medicamentos à base de vitaminas e/ou minerais e/ou aminoácidos Fitoterápicos isentos pela Resolução 17/00 Medicamentos isentos de registros, exceto na forma injetável
31 Medicamentos Específicos REGULAMENTO TÉCNICO RESOLUÇÃO RDC Nº 132, DE 29 DE MAIO DE 2003
32 Pré-Registro Notificação de Lotes Pilotos
33 REGISTRO Medicamento Específico
34 Medicamento Similar
35 Medicamentos Similar REGULAMENTO TÉCNICO RESOLUÇÃO RDC Nº 17, DE 2 DE MARÇO DE 2007
36 Medicamentos Similar Art. 3 Estudo de Equivalência Farmacêutica e Biodisponiblidade Relativa Centro Habilitado pela ANVISA
37 Medicamento Similar Pré-Registro Consulta Medicamento de Referência Notificação Lote Piloto Licença Importação Protocolo de Biodisponibilidade Relativa Contraceptivos Imunossupressores Hormônios Endógenos
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40 Medicamento Similar Pós-Registro RESOLUÇÃO - RDC Nº 48, DE 6 DE OUTUBRO DE 2009 Complementação do Estudo de Estabilidade de Longa Duração. Relatório Semestral de Reações Adversas e Ineficácia Terapêutica do medicamento.
41 Medicamentos Novos ou Inovadores REGULAMENTO TÉCNICO RESOLUÇÃO RDC Nº 136, DE 29 DE MAIO DE 2003
42 Abrangência Com princípios ativos sintéticos ou semi-sintéticos associados ou não; Novas formas farmacêuticas, concentrações, nova via de administração e indicações no País; Alteração de propriedades farmacocinéticas; Retirada de componente ativo de produto já registrado; Sais novos, isômeros, embora a entidade molecular correspondente já tenha sido autorizada.
43 Medicamento Novo Pré-Registro Protocolo de Pesquisa Clínica RDC 39/2008 Produto Importado Fase III no Brasil Notificação de Lote Piloto
44 Medicamento Novo Registro Estudo Pré-Clínicos toxicidade aguda, sub-aguda e crônica, toxicidade reprodutiva, atividade mutagênica, potencial oncogênico
45 Definição Fase Pré-Clínica Aplicação de nova molécula em animais, após identificada em experimentações in vitro como tendo potencial terapêutico, informações preliminares sobre atividade farmacológica e segurança, mais de 90% das substâncias estudadas nesta fase, são eliminadas: não demonstram suficiente atividade farmacológica/terapêutica ou demasiadamente tóxicas em humanos; Atividade farmacológica específica e perfil de toxicidade aceitável = passam à fase seguinte
46 Medicamento Novo Registro Estudo Clínicos Fase I, II e III Análise Interna (corpo técnico da ANVISA) Análise Externa (consultores Ad hoc )
47 Medicamento Novo Registro Estudo Clínicos Fase I Avaliação inicial em humanos (20 a 100) Tolerância em voluntários saudáveis: Maior dose tolerável Menor dose efetiva Relação dose/efeito Duração do efeito Efeitos colaterais
48 Medicamento Novo Registro Estudo Clínico Fase II (Estudo Terapêutico Piloto) Primeiros estudos controlados em pacientes, para demonstrar efetividade potencial da medicação (100 a 200) Indicação da eficácia Confirmação da segurança Biodisponibilidade e bioequivalência de diferentes formulações
49 Medicamento Novo Registro Estudo Clínico Fase III (Estudo Terapêutico Ampliado) São estudos realizados em grandes e variados grupos de pacientes, com o objetivo de determinar: o resultado do risco/benefício a curto e longo prazos das formulações do princípio ativo. de maneira global o valor terapêutico relativo. Reações adversas
50 Medicamento Novo Registro Estudo Clínico Fase IV Após aprovação para comercialização do produto Detectar eventos adversos pouco freqüentes ou não esperadas (vigilância pós-comercialização) Estudos de suporte ao marketing Estudos adicionais comparativos com produtos competidores Novas formulações (palatabilidade, facilidade de ingestão)
51 Medicamento Novo Registro Referente ao Princípio Ativo Informações técnicas (Solubilidade, polimorfismo...) Rota de Síntese Estudo de estabilidade Solventes utilizados Solventes residuais
52 Medicamento Novo Registro Das associações Máximo 3 princípios Ativos, podendo o 4 para cafeína BR entre os PA associados com os ativos isolados Estudos que demonstrem que a associação previna o advento de resistência microbiana quando se tratar de antibióticos
53 Pós-Registro Regulamento Técnico RDC Nº 48/09 Qualquer modificação no produto ou no seu processo produtivo deve ser comunicado.
54 Pós-Registro Exemplos Alteração de Excipientes Alteração de Local de Fabrico Inclusão de Nova Concentração Inclusão de Embalagem Primária Inclusão de Equipamento (Mesmo ou diferente desenho) Inclusão de Nova Indicação
55 Checklist de Documentos ltas/consultaassunto.asp
56 Checklist de Documentos
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59 Avaliação de Dossiê de Registro 1ª Parte Parte Documental - formulários de petição de registro - comprovante de recolhimento da taxa de fiscalização - Licença de Funcionamento da empresa - Certificado de Responsabilidade Técnica - notificação da produção de lotes-piloto (para produtos nacionais) - Certificado de Boas Práticas de Fabricação e Controle (BPFC) emitido pela Anvisa.
60 Avaliação de Dossiê de Registro 2ª Parte - Relatório Técnico - informações referentes aos estudos clínicos - parte farmacotécnica. Avaliação da bula (quanto à sua estrutura) Estabilidade do produto Informações técnicas do(s) princípio(s) ativo(s) Farmacodinâmica e farmacocinética Etapas de todos processo de produção do produto
61 Avaliação de Dossiê de Registro 3ª Parte Análise de Eficácia e Segurança - Parecer dos Consultores Ad hoc
62 Formulário de Petição FP1
63 FP1 - VERSO
64 FP2
65 Peticionamento Eletrônico
66 Processo Eletrônico de Medicamentos Novos RDC N 20/2013 Protocolo eletrônico a partir 2 dias úteis a contar da data de pagamento da Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária. Pagamento da taxa GRU de 30 dias corridos
67 Medicamentos Biológicos REGULAMENTO TÉCNICO RESOLUÇÃO - RDC Nº- 55, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010
68 Abrangência Art 4 São produtos biológicos vacinas; soros hiperimunes; hemoderivados; biomedicamentos classificados em: medicamentos obtidos a partir de fluidos biológicos ou de tecidos de origem animal; medicamentos obtidos por procedimentos biotecnológicos.
69 Abrangência Art 4 São produtos biológicos: anticorpos monoclonais; medicamentos contendo microorganismos vivos, atenuados ou mortos.
70 Regulamento Específico RDC nº 49, DE 20 DE SETEMBRO DE Dispõe sobre a realização de alterações e inclusões pósregistro, suspensão e reativação de fabricação e cancelamentos de registro de produtos biológicos e dá outras providências. RDC nº. 50, de 20 de setembro de Dispõe sobre os procedimentos e condições de realização de estudos de estabilidade para o registro ou alterações pósregistro de produtos biológicos e dá outras providências.
71 Patentes RDC Nº 21, DE 10 DE ABRIL DE 2013 Pedidos de Patentes encaminhados pelo INPI Art. 4 - Pedido de Patente não serem saceitos: O produto ou o processo farmacêutico contido no pedido de patente apresentar risco à saúde; ou Não atender aos critérios de patenteabilidade e demais critérios estabelecidos pela Lei nº , de 1996.
72 Estudo de Casos e Atividade Avaliativa
73 Para saber mais BRASIL. Presidência da República. Lei no 5.991, de 17 de dezembro de Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e dá outras providências. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução - RDC nº 37, de 03 de agosto de 2011.Dispõe sobre o Guia para Isenção e Substituição de Estudos de Biodisponibilidade Relativa/Bioequivalência. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução - RE nº 31, de 11 de agosto de Dispõe sobre a Realização dos Estudos de Equivalência Farmacêutica e Perfil de Dissolução Comparativo.
74 Para saber mais BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução - RE nº 1.170, de 19 de abril de 2006 Determina a publicação do Guia para Provas de Biodisponibilidade Relativa/Bioequivalência de Medicamentos. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Instrução Normativa N 2, de 30 de março de Determinar a publicação do Guia para Notificação de Lotes Pilotos de Medicamentos. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Instrução Normativa N 6, de 22 de maio de Dispõe do tratamento de petições de alterações pós-registro de medicamentos.
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